sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
O Simpósio contado em fotos...
05:08
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Não deu pra acompanhar o Simpósio Nacional de Ensino de Física que aconteceu este ano na UFU?
Então acesse os links abaixo, do site do Museu Dica, e confira todos os dias do evento!
Ciência nas bolhas de sabão!
04:44
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O Museu Dica está com uma exposição super bacana ; "Água, sabão e um docinho". Existe muita ciência por trás das bolhas de sabão! A tensão superficial dos líquidos é muito interessante, venha aprender
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
O app SNEF 2015 como instrumento de auxílio aos visitantes
11:13
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O
aplicativo desenvolvido para o SNEF se tornou um sucesso entre os
participantes do evento
Giovana Matusita
![]() |
| Adilmar criou o app SNEF-2015 e ajudou muitos alunos e professores de outras cidades Foto: Equipe Professor Dionízio, da UFTM |
Um evento de âmbito nacional como o XXI Simpósio Nacional
de Ensino de Física (SNEF) recebe convidados de várias localidades do Brasil.
Este ano, o simpósio aconteceu em Uberlândia e, como era de se esperar, pesquisadores,
professores, estudantes e interessados se deslocaram até a cidade para
participar.
Em vista de que alguns participantes são turistas
na cidade, os coordenadores do evento procuraram o mestrando em Ciência da
Computação, Adilmar Coelho, para desenvolver um aplicativo para smartphones, o SNEF 2015, que
facilitasse a locomoção e acomodação dos mesmos. Ele indica pontos turísticos,
museus, restaurantes, casas noturnas e outros lugares interessantes de serem
conhecidos e desfrutados pelos visitantes, além de dados sobre serviços úteis
como, transporte, hospitais e farmácias. A programação do simpósio também
estava disponível no app.
Segundo
o mestrando, a construção do SNEF 2015 não foi difícil, e a sua maior
preocupação foi em ter o cuidado de como e
quais seriam as informações repassadas. “É como se você tivesse uma nuvem de
informações, então deve se retirar dela os mínimos detalhes”, explicou ele.
Mesmo após o lançamento do aplicativo, algumas modificações que foram sugeridas
pelos usuários foram feitas para melhor atendê-los, “muitas coisas que pra mim
não eram relevantes eles pediram, e depois percebi que realmente havia um grau
de importância”, ressaltou.
Para
quem nunca tinha visitado Uberlândia, como a Milena de Sousa, formada em Física
na Universidade de São Carlos (UFSCar), o aplicativo ajudou a conhecer a cidade
e saber o que ela tinha a oferecer, “usei pra me informar sobre os pontos
turísticos antes de ir pra cidade”, contou. Durante a semana do SNEF, ela visitou dois shoppings e o Parque do Sabiá com a ajuda do aplicativo.
Adilmar
disse que a melhor parte foi ver que seu app
foi um sucesso, já que teve uma grande quantidade de downloads logo quando lançado e divulgado. Além disso, durante o
evento, foi gratificante para ele perceber que várias pessoas estavam atentas
aos seus smartphones e comentando
sobre o SNEF 2015.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Feminismo e Ensino de Física em foco
11:48
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Foi realizada, na tarde desta quinta-feira,
29, no bloco 5O-A da UFU, a apresentação da pesquisa “Feminismos e ensino de ciências: histórico e
implicações para aulas de física”, elaborada pela bolsista Maria Ruthe Gomes,
aluna do 2º ano de Física da Universidade Federal de Campina Grande - Paraíba. O trabalho foi elaborado sob orientação de Katemari Rosa, doutora em Science Education pela Columbia
University, em New York.
Gomes falou sobre a história do Feminismo desde o século XX, quando mulheres
iniciaram suas lutas pelo direito ao voto e trabalho remunerado.
Posteriormente, em meados da década de 50, surgem as discussões sobre
sexualidade, feminilidade e construção de identidade. Já na década de 90,
aparecem as propostas de intersecção entre gênero, raça, etnia, idade e classe.
Dentro
do universo da educação, a estudante afirma que os livros didáticos trazem
divisões de gênero bem claras e que determinam as atividades e campo de atuação
de cada um, com o homem aliado à Física e a mulher aos cuidados de casa. Seu
projeto esteve ligado à disponibilização de uma sala para que meninas pudessem
desenvolver atividades de Física.
Questionada
sobre sua condição de mulher e as dificuldades em ingressar na área, Gomes conta: “já existiram comentários que poderiam desanimar, mas isso
nunca me fez repensar o fato de querer fazer Física. Na Federal de Campina
Grande tem uma boa quantidade de mulheres, mas na área de Licenciaturas. A
grande maioria (bacharel) ainda é composta por homens”.
Ensino Médio também é debate no XXI SNEF
11:44
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XXI SNEF
Bruno Prado
A sala 307 do
bloco 5O-A recebeu, na tarde desta quinta-feira, 29, a apresentação do trabalho
“Ensino Médio na visão
dos alunos: aproximações e distanciamentos”, desenvolvido por Eliana de Brito, licenciada
em Física pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), sob orientação
de Alexandro Tenório. O objetivo é entender a realidade atual do Ensino Médio
pelo olhar dos estudantes.
O desenvolvimento da pesquisa se baseou em uma roda de
conversa feita com alunos do 2º ano de uma escola pública da região
metropolitana de Recife, motivados pela pergunta “Por que você está no Ensino
Médio?”. Dentre as respostas obtidas, observou-se a visão dos estudos enquanto
obrigação, crescimento intelectual, possibilidades de um futuro profissional
melhor, complemento do ensino fundamental e porta para o ensino superior.
Ao relacionar tais aspectos com a versão atualizada da
Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), a pesquisadora observou que houve
semelhança entre as expectativas da LDB e dos alunos, mas não houve menção do
ensino médio enquanto possibilidade de contato com tecnologias. Questionada
sobre essa relação, Eliana acredita que os meios tecnológicos podem ajudar no
processo educativo. “Eu já tive experiências de como ensinar Física utilizando
celular com telas sensíveis ao toque e outros instrumentos, mas não há uma
receita pronta, tudo depende de um contexto. Às vezes uma sala desenvolve um
grande projeto desse tipo, mas outra, do mesmo ano, pode não se adaptar”.
Painéis reúnem várias temáticas sobre Física
11:37
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XXI SNEF
Nayane Dominique
O período da manhã do quarto dia de
atividades do XXI Simpósio Nacional de Física, começou com a apresentação de
painéis. Os alunos, professores e pesquisadores tiveram a
oportunidade de trocar ideias sobre os mais diversos assuntos relacionados ao campo da física.
O Painel: Construção e uso de um Jornal
Mural e suas perspectivas de ensino e parceria em um ambiente escolar,
apresentou o Jornal que é desenvolvido por integrantes do PIBID da UFMG em
parceria com uma escola pública estadual de Belo Horizonte. Os alunos do ensino
médio participam da construção do jornal “Ciência em foco”, junto aos bolsistas
e aos professores de física que supervisionam o projeto.
| Painéis são apresentados no saguão do Bloco 5R. |
O jornal Mural tem várias seções com
editorial, tirinhas de humor, acontecimentos da escola, perguntas dos alunos
aos professores e relatos de alunos. A física também tem parcerias com outras
disciplinas na produção do jornal: matemática, biologia e português. “Fizemos
um questionário para saber a resposta dos alunos e descobrimos que, as seções
que eles mais se identificam, são as que eles podem participar diretamente,
conclui Alfonso Chíncaro, professor supervisor do projeto.
Para acessar as
edições online do jornal acesse: http://curtindofisicanoiemg.blogspot.com.br/
Outro painel apresentado foi: Música:
Teoria e experimentação na acústica e no eletromagnetismo. Na sala de aula, os
professores utilizam os instrumentos como o Violão e a Guitarra, para
exemplificar o funcionamento dos instrumentos acerca dos conteúdos de acústica
e eletromagnetismo.
Essa proposta de ensino está em fase de
teste e está sendo aplicada no projeto PIBID do Instituto Federal do Pará,
Campus Bragança , chamado “Caravana da Física”. Neste evento, são ofertados
vários minicursos e oficinas com novas propostas no ensino de Física. Marcos
Afonso, integrante do projeto conta como os alunos das escolas percebem esta
iniciativa. “Eles dizem que gostaram do minicurso, que dá vontade de fazer
física. Eu não gosto da imagem que o professor esta sempre acima do aluno,
gosto de me relacionar com eles e me sinto orgulhoso em despertar o interesse
por física neles.”
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Os periódicos científicos como norteadores do Ensino de Física
15:06
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XXI SENF
Priscila Diniz
O Papel dos
Periódicos Científicos na Difusão da Produção do Conhecimento em Ensino de
Física” foi o tema da palestra ministrada no XXI SNEF pelo docente do
Departamento de Física da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Roberto
Nardi. Com base na questão “Como os periódicos nacionais tem sido utilizados na
pesquisa e no ensino?”, as discussões ficaram em torno da utilização dos
periódicos nacionais na formação inicial e continuada de professores, dos
periódicos de outras áreas de ensino e dos periódicos internacionais.
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| Roberto Nardi explica que os periódicos científicos servem de apoio à graduação foto: Equipe Professor Dionízo da UFTM |
Para
Nardi, os periódicos nacionais precisam servir
como apoio à Licenciatura, instruindo sobre a difusão da comunicação
científica, a favor do aprendizado, e estar presentes na formação continuada
dos professores. Além disso, ele chama a atenção para a necessidade de um
trabalho conjunto entre o pesquisador e a escola. “Os pesquisadores não
entendem a realidade da escola. O que vivenciamos na escola pública está longe
de algumas propostas dos pesquisadores” avalia.
| Os professores que acompanharam a palestra se identificaram com a didática proposta por Nardi foto: Gilberto Pereira |
Quanto
à formação de professores, de acordo com Nardi, no ensino superior,
especialmente na licenciatura, os professores precisam verificar como estão
formando seus alunos. “O sistema de ensino-aprendizagem deve ser analisado
antes de começar a dar aulas, já que muitas das vezes a própria didática ou a
falta dela, para ensinar a ser professor, não aborda o estudo científico e a
preparação teórica o suficiente para dar consistência e dinamismo para o futuro
profissional”, enfatiza.
| Nardi explica as vivências como influentes no processo de ensino-aprendizagem. foto: Gilberto Pereira - UFU |
Sobre os periódicos de outras áreas de ensino, Nardi acredita no envolvimento
interdisciplinar de assuntos para resolução de questões mais complexas e na inserção
da Física como uma ciência natural, como a Química e a Biologia são tratadas no
ensino básico. O professor apontou que a própria cultura brasileira pensa a Física como uma ciência complexa e pouco importante e, em consequência disso, lamenta sobre a o número escasso de profissionais da área que seguem no magistério. Para Nardi, não é apenas o salário que deixa os
físicos desanimados com a Licenciatura ,outras questões como, benefícios
trabalhistas e comodidade fazem com que os profissionais da área da Física
migrem para concursos de outras áreas. Ainda, segundo Nardi, os periódicos com temáticas
variadas podem servir como direcionadores de uma produção de difusão eficaz do
ensino. Ou seja, já que o físico consegue trabalhar em outras áreas afins,
periódicos variados influenciariam diretamente na soma de conhecimentos a serem
aplicados em sala de aula.
No
último parâmetro da questão, foram abordados os periódicos internacionais. Nardi discutiu
alguns aspectos sobre as origens e evolução da pesquisa em educação científica
no Brasil, e falou sobre sua contribuição com o conhecimento produzido
apresentado em periódicos e eventos internacionais da Física. Neste âmbito, foi
mencionada a revista Scientific Eletronic Library Onine (SCIELO), fruto de
projeto de pesquisa desenvolvido pela Fundação de Amparo à Pesquisa d Estado de
São Paulo (FAPESP), em parceria com o Centro Latino-Americano e do Caribe de
Informação em Ciências da Saúde (Bireme).
Aprender brincando, por que não?!
13:29
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XXI SENF
Laura Fernandes e
Priscila Diniz
O
Grupo de Estudo e Pesquisa em Divulgação Científica à frente do projeto Aprenda Física Brincando (Fisbrink), orientação pelo Prof.
Dr. Jonny Nelson Teixeira do Instituto
de Federal de Ciência e Tecnologia São Paulo (IFSP) -
Campus Itapetininga, participou do XXI Simpósio Nacional de Ensino de Física, juntamente
com o Projeto Arte & Ciência no Parque.
No terceiro dia do XXI SNEF, além das
comunicações orais o evento contou também com a apresentação de experimentos
demonstrativos nas oficinas e brinquedos que utilizam cálculos físicos para seu
funcionamento. A exposição se deu no hall do bloco 5O- B e contou com a e seus
orientados.
Segundo o professor, o Fisbrink têm o
intuito de estimular a população a olhar para a Ciência como uma construção
humana e desmistifica-la, aumentando o interesse da sociedade por Ciência e Tecnologia.
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| Placa demonstra a reflexão da cor ao receber luz foto: Laura Fernandes |
Perguntado
sobre a ideia do projeto, o orientador afirma que este tipo de atuação tem a
intenção de motivar as pessoas. “A proposta não é apenas mostrar que a Física é
uma coisa legal, mas que ela consegue entreter, fazendo com que as pessoas
possam reproduzir aquilo em casa, observar aquilo na vida delas” conclui.
Ontem, a
apresentação do Fisbrink foi feito junto ao projeto Arte e Ciência no Parque, orientado
pela Prof. Drª Mikyia Muramatsu do IFSP.
O projeto, criado em 2007, com o apoio inicial do CNPq,
atuava inicialmente em parques públicos da cidade de São Paulo e ultimamente
tem realizado eventos em parceria com a Sociedade Brasileira de Física (SBF) e em
escolas públicas. O acervo atual consta de cerca de 60 experimentos e nas escolas,
além da exposição, são ministradas também oficinas.
Mesas Redondas discutem propostas curriculares e evasão nos cursos de Física
10:06
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XXI SNEF
Isabela Lavor
No período de 10:30 até 12:30 do
dia 28/01, aconteceram as mesas
redondas, nos anfiteatros 5O-ABCB,
5S, 5R-ABCD e 3Q. Foram
vários temas e aspectos abordados.
A mesa redonda “Física moderna no ensino médio: entre
propostas curriculares e a realidade escolar” foi composta por: Débora Coimba
(UFU-coordenadora), Mikael Frank Rezende Junior (UNIFEI), Marisa Almeida
Cavalcante (PUC-SP), Marcelo Alves Barros (USP-São Carlos). Júnior citou em sua
fala que a essência do evento é realizar discussões próximas e reais. Já, Coimbra
destacou a importância de discutir “a formação inicial e continuada dos professores”.
“A evasão nos cursos de licenciatura em Física: Causas e
consequências” foi o tema de outra mesa redonda. Os integrantes da mesa foram:
Sandro Rogério Vargas Ustra (UFU- coordenador), Luciana Massi (Unesp
Araraquara), Renato Santos Araújo (UFRJ) e Ana Paula Damato Bemfeito (IFRJ).
Massi explicou os caminhos para a permanência na licenciatura
e afirmou que deve haver um encaixe entre a instituição e o aluno para que ele
continue na Universidade. Bemfeito citou o caso do curso de Licenciatura em
Física do IFRJ- Campus Volta Redonda, em que o índice de evasão caiu
consideravelmente.
XXI SNEF reúne várias temáticas em exposição de painéis
06:25
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XXI SNEF
Isabela Lavor
Entre às 08 e 10 horas do dia 28/01,
aconteceu a exposição de painéis, no hall do bloco 5O. Havia espaço para aproximadamente 100
trabalhos, no local. Um aspecto relevante foi a variedade de temas e abordagens
presentes nos painéis.
| Alunas do Curso de Física conferem exposição de painéis no XXI SNEF foto: Gilberto Pereira / UFU |
O professor José Bohland apresentou um painel intitulado “Dilatação
térmica: o que os livros não dizem e o que os alunos compreendem”. Segundo
Bohland, a ideia do trabalho surgiu de uma pergunta feita por um aluno em uma
de suas aulas, que ao calcular o aquecimento e o resfriamento de uma barra de
ferro, observou que os resultados não batiam.
Um painel que atraiu bastante a atenção do público foi o do aluno Thiago
V. Valério. Seu trabalho foi um “Modelo dinâmico para o ensino das fases da
lua”, que é um tutorial para construir um kit instrumental para simular a
órbita da lua em torno da Terra. Segundo Valério, as sugestões de uso são:
Explicar a Super Lua, eclipses e a mudança da cor da lua e outros fenômenos.
Pesquisadores debatem a questão do livro didático digital
06:21
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XXI SNEF
Adrivania Santos, Bruno Prado e Melissa Gomes
Foi realizada nesta terça-feira, 27 de janeiro, no anfiteatro
do bloco 5S da UFU a palestra seguida de mesa redonda com o tema “O livro
didático de Física na era digital”, sob coordenação de Tânia Maria Figueiredo
Braga Garcia, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e exposições de Eduardo
Adolfo Terrazzan da Universidade Federal de Santa Maria(UFSM), Cristiano Rodrigues
Mattos da Universidade de São Paulo (USP) e Alysson Ramos Artuso da Inovação.
Engenho e Arte (iEA) Soluções Educacionais
Dentre os principais pontos levantados pelos
palestrantes destaca-se a presença do livro didático dentro da cultura escolar
e sua importância ao possibilitar o trabalho com vários sujeitos ao mesmo
tempo, mantendo um controle sobre o processo do ensinar e aprender. Além disso,
debateram a implantação do livro digital e seus benefícios, mas questionando
seu real alcance nas diversas camadas sociais e as dificuldades de aplicação
ligadas aos diversos instrumentos midiáticos.
A palestra teve como base os trabalhos “Livro didático digital: o
presente, as tendências e as possibilidades”, de Alysson Artuso, “Livro
didático: aprisionamento ou libertação do professor?”, De Cristiano Mattos
e “O papel do livro didático (de física) na escola contemporânea brasileira”,
de Eduardo Terrazzan, cujo resumo está disponível na página oficial do XXI
SNEF.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Pesquisador apresenta 2015 como Ano Internacional da Luz
15:32
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XXI SNEF
Priscila Diniz
A Assembléia Geral das Nações Unidas, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU)que aconteceu em Paris no ano passado, proclamou 2015 como o Ano Internacional da Luz. A ideia é celebrar a luz como matéria da Ciência e do desenvolvimento tecnológico. E foi este tema que Ildeu de Castro Moreira, professor do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), explicou para quem participou do XXI Simpósio de Ensino de Física (SNEF).
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| Professor Ildeu de Castro conta como foi elaborado Ano Internacional da Luz. |
O ano de 2015 celebra os 100 anos da teoria da relatividade geral, elaborada por Albert Einstein. Também, outra data importante é que se comemoram os 110 anos da explicação do efeito fotoelétrico, também de Einstein. Esta última foi responsável por conceder-lhe o prêmio Nobel da Física em 1921. Sendo assim, outra data redonda em 2015 é os 50 anos da descoberta da radiação cósmica de funda, a radiação emitida no Big Bang e que encobre todo o Universo. Esta descoberta rendeu aos norte-americanos Arno Penzias e Robert Wilson o prêmio Nobel da Física em 1978.
Estratégias de ensino-aprendizagem em Física
15:23
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Segundo
a professora, os três momentos pedagógicos (Estudo da Realidade, Organização do
Conhecimento e Aplicação do Conhecimento) "são uma estratégia de ensino e
organização curricular que vem sendo utilizada em várias ações que visam a
prática sistemática do diálogo".
Castanho explica que a prática deste projeto funcionou da seguinte forma: foi usada a estratégia visam a mediação sistemática do diálogo.
O projeto foi inspirados nas ideias de Paulo Freire, sobre redução temática foram sistematizados e utilizados por Delizoicov, Angotti, Pernambuco e Gouvea da Silva orientando a organização de propostas curriculares, o sequenciamento de conteúdos e a elaboração planos de aula.
A aplicação deste projeto nas salas de aula apontou falhas no processo de ensino-aprendizagem, principalmente quando a ànalise do primeiro momento foi concluída (Estuda da Realidade). Segundo a professora, o resultado da garantia de conhecimento mostrou como a didática deve ser repensada ao trabalhar questões consideradas perplexas para os alunos. Ela acrescenta que estudar a realidade, organizar o conhecimento e só então aplicá-lo é uma boa maneira de garantir o aprendizado em quaisquer que sejam as áreas.
Castanho explica que a prática deste projeto funcionou da seguinte forma: foi usada a estratégia visam a mediação sistemática do diálogo.
O projeto foi inspirados nas ideias de Paulo Freire, sobre redução temática foram sistematizados e utilizados por Delizoicov, Angotti, Pernambuco e Gouvea da Silva orientando a organização de propostas curriculares, o sequenciamento de conteúdos e a elaboração planos de aula.
A aplicação deste projeto nas salas de aula apontou falhas no processo de ensino-aprendizagem, principalmente quando a ànalise do primeiro momento foi concluída (Estuda da Realidade). Segundo a professora, o resultado da garantia de conhecimento mostrou como a didática deve ser repensada ao trabalhar questões consideradas perplexas para os alunos. Ela acrescenta que estudar a realidade, organizar o conhecimento e só então aplicá-lo é uma boa maneira de garantir o aprendizado em quaisquer que sejam as áreas.
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| Durante a palestra, Maria Marta Castanho chamou a atenção para a formação dos futuros professores Foto: Equipe Professor Dionízio da UFTM |
30 Anos do Grupo de Reelaboração de Ensino de Física (GREF)
14:58
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XXI SNEF
Priscila Diniz
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| Yassuko Hosoume diz que "Escrever para professor é completamente diferente de escrever para aluno". foto: Priscila Diniz |
Yassuko Hosoume, professora do Instituto de Física da Universidade de
São Paulo (USP), ministrou neste XXI Simpósio de Ensino de Física
(SNEF) palestra: "30 Anos do Grupo de Reelaboração de Ensino de
Física (GREF) ". Segundo as informações contidas no resumo de Hosoume
o projeto GREF teve seu início, em 1984, com professores da USP com o objetivo
de tornar significativo o aprendizado da Física para todos os alunos por meio
da sua relevância prática e da sua universalidade. "E para atingir esse
objetivo maior, o projeto foca suas ações na formação do professor de
Física", disse Hosoume.
A professora explica que o GREF trabalha com a proposta metodológica
diferente do ensino tradicional. O objetivo é auxiliar os professores de ensino
de física na formação básica, e, uma maneira interessante para fazer isso é
promover formação continuada e auxiliar na produção do material do professor na
sala de aula. É uma proposta metodológica diferenciada do ensino tradicional,
que tinha como objetivo auxiliar os professores de ensino de física na formação
básica, promovendo formação continuada e produzindo o material do professor
para sala de aula.
As pesquisas realizadas demonstraram certo descontentamento no
aprendizado dos alunos das escolas públicas de São Paulo. Dentre os resultados
da análise: grande parte dos professores de física não domina os conhecimentos
da própria física nem possui preparação didática especifica, visto que a maior
parte dos professores tem formação em matemática ou em outras disciplinas; o
ensino de Física na prática não promove um aprendizado significativo, que
permita ao estudante compreender os fenômenos, os objetos, os aparelhos e os
fatos presentes em sua vida cotidiana ou em sua atividade profissional.
As soluções propostas pelo GREF foram: promover a formação continuada em
serviço de professores de física do segundo grau; desenvolver uma proposta
curricular articulada e conceitual, que garanta um ensino ativo e
significativo, permitindo ao estudante a compreensão de processos, fenômenos e
fatos da vida, sem perder a visão geral dos fundamentos e princípios da Física;
O presente e futuro das investigações em Astropartículas no Brasil
14:40
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XXI SNEF
Priscila Diniz
Dando
sequência às palestras do XXI Simpósio de Ensino de Física, Ronald Cintra
Shellard, pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), abordou
o tema: "O presente e futuro das investigações em Astropartículas no
Brasil”.
Conforme
Shellard, a Física das Astropartículas é uma área das ciências naturais que
teve um crescimento excepcional na última década, movido essencialmente pelo
uso de novas tecnologias em experimentos realizados em escalas inacessíveis
anteriormente. “Astropartículas é um novo nome para uma das áreas mais
tradicionais da Física, o estudo dos raios cósmicos”, conceitua Shellard.
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| Ronald Cintra Shellard defende popularização da Ciência foto: Priscila Diniz |
O pesquisador afirma que este estudo está em
expansão, pois a ideia é analisar todas as partículas que atingem a Terra e que
tenham energias altas. Durante a palestra, Shellard defendeu projetos à favor
da ciência e tecnologia, como por exemplo o Água Negra Deep Experimental Site (ANDES) e o Observatório de Neutrinos IceCub.
Link para complementar sua leitura:
Aprender e se divertir
12:08
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XXI SNEF
Nayane Dominique
A mostra experimentoteca de Fisica
é um projeto desenvolvido por alunos da Universidade Federal de Goiás (UFG) - Campus
Catalão. Eles apresentaram diversos
experimentos de baixo custo levados para sala de aula, a fim de auxiliar no
conhecimento dos eventos físicos. “É diferente da forma teórica quadro e giz
que muitas vezes não rende, e com os experimentos, os alunos prestam mais
atenção, perguntam, tem mais curiosidade”, observa Bruna Laís, integrante do
projeto.
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| Brinquedo apresentado na experimentoteca dos alunos UFG |
A exposição “Avaliando a Física de forma lúdica” foi direcionada pelo
professor Douglas de Melo que criou um jogo no curso Lato Sensu de Pós-
Graduação em Ensino de Ciências modalidade Física da Universidade Federal
Fluminense (UFF). O jogo, batizado de túmulos físicos, é aplicado nas salas de
aula por muitos professores da rede estadual de educação do estado do Rio de
Janeiro, com o intuito de oferecer dinâmica no processo de aprendizagem da Física.
O professor Melo, utilizou o jogo em turmas do Ensino Médio como método
de avaliação. Baseado na proposta do jogo “Banco imobiliário”, o projeto
explicita no “túmulos físicos” todos os conteúdos estudados na matéria de Física,
durante o ano letivo.
“A gente consegue uma interação
bem maior com os alunos, é uma outra forma de aplicar o conteúdo, eu acho que
nós professores podemos trabalhar com jogo, com experimento. A questão é
diversificar a metodologia do ensino”, salienta Melo.


















